A evolução dos mercados introduziu novas dinâmicas que obrigaram as empresas a tornarem-se mais ágeis e, consequentemente, mais competitivas. Esta mutação das organizações obriga os gestores a estar preparados para otimizar a produtividade das suas equipas.

 

Ter os dados na Cloud é imperativo para quem quer imprimir velocidade e flexibilidade ao negócio. Quando os dados são disponibilizados online, o gestor está a abrir portas a que os seus colaboradores tenham acesso à informação a partir de qualquer lugar e dispositivo, sem descartar sistemas de autenticação altamente seguros. 

 

No que diz respeito a segurança, existe um enorme esforço por parte das entidades que disponibilizam os datacenters para oferecerem a maior segurança possível. Falamos de complexos com sistemas de ponta para deteção de incêndio, equipas de engenharia permanentemente em monitorização e geradores de backup a combustível. 

 

Note-se ainda que a Google, por exemplo, fragmenta cada ficheiro em várias partes e armazena cada fragmento num complexo localizado em regiões diferentes.

 

A colaboração é um dos maiores ganhos com estes sistemas Cloud. A Google oferece uma solução que permite a vários colaboradores estarem a trabalhar no mesmo ficheiro simultaneamente, podendo cada um deles ver, em tempo real, o que os outros estão a alterar. Este sistema possibilita ainda que se entre em modo de conversação sobre uma determinada parte do documento ou entrar em videoconferência para discutir esses temas.

 

O movimento de digitalização dos processos está em franca aceleração. As novas gerações já operam em padrões pessoais de partilha de informação a alta velocidade e vivem na ansiedade de obter respostas rapidamente. As empresas têm a obrigação de se adaptarem a esta velocidade para otimizarem os seus processos, algo que as vai tornar mais competitivas.

 

É um facto que todas as empresas vão transitar para sistemas mais produtivos. Lamenta-se o facto de ainda existir tanta resistência por parte de alguns gestores, que deveriam olhar mais para a frente do que por cima do próprio ombro. Cada vez mais, o mercado pede velocidade e inovação. As empresas que não se adaptarem tendem a desaparecer.

foto

Sobre o autor

Francisco Cardoso é CEO da ZALOX. Com várias décadas de experiência na gestão de empresas, projetos digitais e equipas, reúne neste blog o know-how adquirido, ajudando gestores a ultrapassar desafios atuais.